7 de diciembre de 2007

Cuando Éramos Mariposas - Poem 115

hay tanta belleza
reposando
en los palcos
de la aurora
en los desfiles
de las flores
en las gargantas
trémulas
de los ruiseñores
en el aire
que solitario
se demora

dice
el alma extenuada
mientras suspira
sobre un tejado
de magnolias



4 comentarios:

MartinAngelair dijo...

Ya estoy de regreso, se me quedó enganchado el pasador, y el minutero. Adivina dónde...
Fíjate, cuando creaste este "CCC a quien lo aguante disfrutando o a quien lo acoja como suyo" eran las 11:56.
5+6 11.
Lo que ocurre que si sigo sumando salen 22. Los patitos esos que dicen CUA CUA CUA. Ni Caso.
Cambiemos de letra o cansemos la vista fijando la mirada.
Sólo es un Comentario... Anónimo espero...Ja Ja Ja

MartinAngelair dijo...

Ay... que locura."Acabo de flipar" (Espero que siga siendo anónimo)
No sé sumar, ni pasar páginas.
Que tonteria señor. Empezaré por perder la noción del tiempo o dónde dejé el tabaco.
Es broma. En realidad esto tuyo va a salir divertido por lo menos en este año.
... Por algún lado tienen que salir mis palabras.

Otrora dijo...

Aguas de marzo (Águas de março)- Tom Jobim

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira.

É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira.

É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho.

É um estrepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É uma ponta, é um ponto, é um pingo pingando
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada.
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama.

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.

É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

Tan leve... dijo...

"en los palcos
de la aurora,
en los desfiles
de las flores"



¡¡Y cómo no aplaudirte!!

 
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